domingo, 3 de junho de 2012

Capítulo 19

 Mensagens e ligações.

Após passar o resto da noite com Timmy, cheguei em casa mais tarde (ou seria cedo?) do que ontem, tendo a sorte de não me deparar com nenhuma peça de roupa de Mary, nem do meu pai jogadas no corredor.
Me sentei na cama, tirando a saia e colocando o short do pijama de um jeito desajeitado. Após tirar a blusa, passei meu nariz por ela, para verificar se o cheiro da cerveja havia impregnado nela, mas, por sorte, só havia o cheiro de Tim. Sorrindo, coloquei a blusa do pijama e repousei minha cabeça no travesseiro, jogando a saia no chão e me prendendo à blusa. Já disse como o cheiro dele é bom?

Acordei com o toque do meu celular. Ainda lesada pelo sono, estendi meus braços até o chão, tateando o mesmo até encontrar minha saia, onde estava o telefone.
-Pronto. – falei, sem nem ao menos olhar para a tela.
-Demi, minha filha, são quase 4 da tarde.
-Já? – perguntei enquanto me sentava na cama e esfregava meus olhos.
-‘Tô vendo que a noite ontem foi boa. – Chelsea comentou com uma voz que me dava a certeza de que ela estava sorrindo maliciosamente.
-É, é... – eu concordei, esperando que ela perguntasse tudo.
-FILHA DA MÃE, JÁ? NÃO TEM NEM UMA SEMANA, CARA! - eu ria enquanto a menina falava.
-As coisas acontecem. – eu disse, bocejando em seguida.
-É, vai nessa de as coisas acontecem que daqui a pouco você ‘tá ‘buxuda’ e com uma penca de filhos pra criar.
-Cruz credo! – exclamei assim que me imaginei naquela situação. – Mas, então, por que que você me ligou?
-Pra te perguntar por que você não entra no MSN, nem em lugar nenhum. Só que eu já vi que tem outras coisas tomando seu tempo.
-Chelsea do meu coração, você acha que eu ‘tô fazendo o que com o garoto?
-Sei lá, né... – ela me respondeu com uma voz meio afetada.
-Sua pervertida! Sai daqui! – depois de escutar uma alta gargalhada, Chelsea falou.
-Pervertida nada. Foi o seu papo de “as coisas acontecem” que me fez imaginar essas coisas.
-Ah, vai dar pro James, vai. – eu ri, imaginando a cara dela.
-Daqui a pouco eu vou. – Jonas fêmea respondeu naturalmente. Eu abri a boca, me perguntando se ela falava sério. – ‘Tô brincando, Demi.
-Sei, daqui a pouco vai criar um nickname, “ninfetinha.uk”. – nós duas rimos. Escutei uma voz do outro lado perguntando quem era no telefone, sendo respondida com “ninguém que te interesse”. Franzi a testa, me perguntando se ela tinha brigado com o Joseph por minha causa ou se era James o dono da voz.
-Demi, eu vou ter que desligar agora. Mas daqui a meia-hora eu te ligo, pode ser?
-Ah, claro, vai lá. Beijos.
-Beijos. – desliguei o telefone, o jogando em cima da cama.
Olhei pela janela, suspirando ao ver que o tempo continuava nublado. Peguei uma toalha e entrei no chuveiro, saindo em menos de 10 minutos para atender ao telefone.
-Demi, desculpa ter desligado. É que queriam usar aqui em casa. – coloquei o telefone no viva-voz, já que estava trocando de roupa.
-Pode falar o nome dele, Chelsea. – suspirei alto. –Uma hora eu vou ter que olhar pra cara dele, e vai ser pior do que escutar o nome.
-Eu queria saber o que falar, Demi.
-Só não vamos falar dele. Então, como ‘tá o pessoal? – perguntei enquanto sentava na cama e penteava meu cabelo.
-A Dani continua pensando no Leonard; a Sel e o Nicholas ficam quase todo dia quando o pessoal se reúne; a My e o Liam estão namorando oficialmente, daí o porquê da extrema felicidade na estação de trem; e o resto ‘tá bem. – rolei os olhos. Provavelmente o Jonas estava com a Ashley e ela não queria me contar.
-E você e o James?
-Perfeitos! Ontem ele me deu um anel de compromisso. Eu quero me casar com ele. – após um gritinho que doeu na minha alma, nós duas rimos.
-Calma aí, gatinha. Só pode casar se ele me pedir permissão. Eu tenho que ver quais são as intenções dele primeiro. – brinquei, fazendo-a soltar uma risada.
-Claro. Ô, SEU INÚTIL, VAI LAVAR A LOUÇA! ME DEIXA FICAR EM PAZ NO TELEFONE! – Chelsea berrou, me fazendo levar um susto. – Desculpa, Demi, a última parte não foi pra você.
-Tudo bem, eu só quero saber se minha audição vai voltar a ser a mesma. – comentei, enquanto fazia pressão no meu ouvido com a mão direita.
-Boba.
-Chelsea... – comecei a tomar coragem pra perguntar, quando ela atrapalhou.
-Ih, ferrou, minha mãe ‘tá em casa. Depois eu te ligo. Beijos, pirrá.
-Bei... Isso, desliga na minha cara mesmo. – falei sozinha.
Não deu tempo nem de respirar direito quando Anne invadiu meu quarto.
-Demi! – ela gritou enquanto se jogava em cima de mim.
-Pode entrar, Ann. – disse em um tom divertido e ao mesmo tempo sério. – A que motivos devo sua visita?
-Ao tédio e ao tempo feio.
-E quais são suas intenções em vir em minha humilde residência? – a empurrei para o lado, fazendo a cair sobre meus travesseiros.
-Passar o tempo.
-Entendo... Aqui tem locadora?
-Tem. Na verdade é uma locadora exclusiva, chamada ‘Casa do Timmy’.
-E ele sabe que a gente vai passar lá?
-Sabe. Eu já falei com o povo, daqui a pouco eles vão. Todo mundo acordou tarde hoje. – eu contei mentalmente três segundos para ela disparar a falar de ontem. 1, 2, 3... – Como foi ontem? Conta tudo, desde quando ele veio aqui na sua casa, até depois que vocês saíram da festa. – eu ri, mais da reação dela do que da minha previsão. Senti meu estômago roncar e olhei para Anne.
-Você já almoçou?
-Já, mas não muda de assunto, dona Demetria Lovato!
-Então, enquanto eu almoço, você faz o questionário e eu te respondo. – levantei da cama.
-‘Tá, mas você vai me responder. – Ann me apontava um dedo, me “ameaçando”.
-Vou, vou. – respondi, revirando os olhos.
Descemos e nos sentamos à mesa da cozinha, onde Solange já havia deixado um prato.
-Então, começa do começo.
-Certo, ele chegou aqui, me levou até a festa. Lá teve o lance da dança, então ele me levou até o parquinho e depois me trouxe em casa. Pronto, feliz?
-Não, eu quero detalhes.
-Ele veio aqui em casa e de um jeito tímido explicou que você tinha pedido pra ele vir, então nós saímos daqui e fomos até a festa. Quando nós saímos da festa... – à medida que eu ia contando, um sorriso involuntário se formava no meu rosto, lembrando de todas as coisas que ele falou e fez.
-Você fica tão boba contando isso. – Anne riu.
-Quem não ficaria. – dei de ombros.
-Você tem sorte, garota.- ela falou enquanto apoiava seu rosto em sua mão, suspirando.
-Claro. Ser rejeitada, humilhada, usada, trocada, tudo de ruim que pode acontecer em um quase-relacionamento, é uma ótima sorte.
-Ter um garoto lindo, que faz e fala coisas lindas, aos seus pés, é.
-Não se esqueça que uma hora esse garoto lindo vai ter que ficar pra trás. Eu não posso simplesmente me mudar pra cá, é longe demais da minha escola, dos meus outros amigos e da minha mãe. Sem contar que é completamente irracional eu mudar minha vida por causa de um menino. E, sim, eu sei que uma chance dessas é uma vez na vida.
-Você se preocupa demais.
-Eu já escutei isso antes. – resmunguei enquanto levantava para deixar meu prato na pia.
-Vai escovar os dentes pra pegar o seu bofe, vai. –mostrei a língua pra ela.

-Ô de casa! – Ann gritou assim que chegamos ao portão da casa de Timmy.
-Calma! – ele abriu a porta para nós, deixando Anne passar primeiro e a cumprimentando com um sorriso. Olhei para ele, sorrindo timidamente e recebendo um selinho. Ninguém parecia ter reparado nisso, ainda bem. Não queria que o evento constrangedor de ontem se repetisse.
-Então, que filme nós vamos ver? – perguntei enquanto sentava no sofá. Eu realmente me sentia à vontade com eles.
-“Luzes do além” é bom. – Came comentou.
-Não! Espírito não. – eu falei desesperadamente.
-Ok, nada de espíritos por causa da mocinha então.
-Ah, se não tiver espírito, não dá medo!
-Faz o seguinte, como eu já vi, Demi, eu te aviso nas piores cenas e você fecha o olho. Ok? – Timmy me perguntou. Pensei por alguns segundos.
-‘Tá, vocês venceram. – revirei os olhos, pensando nos pesadelos que eu teria.

Nos ajeitamos para que o filme começasse. Eu estava no sofá, entre Nick e Timmy, que estava com um braço passado no meu ombro.
-Agora, Demi. – Tim sussurrou no meu ouvido depois de alguns minutos de filme.
-Se toda vez que você avisar for assim, eu nem me importo de ver filmes de espíritos. – falei para mim mesma enquanto fechava os olhos, esperando que a cena passasse. –Posso abrir? – dessa vez disse em um tom baixo, porém audível.
-Pode. – olhei para ele, agradecendo com um sorriso. Assim que direcionei meu olhar pra tela, me deparei com a figura de uma mulher morta. Dei um berro, fazendo todos taparem os ouvidos.
-DESGRAÇADO! VOCÊ ME DISSE QUE EU PODIA OLHAR. – enquanto eu estapeava o braço de Tim, todos riam da cena. – E vocês são cúmplices dele. Eu vou pra varanda, quando o filme acabar, me chamem. – levantei, indo para a varanda. Fechei a porta da sala, escutando o som do filme.
Me apoiei no parapeito, fixando meu olhar em um ponto do chão enquanto eu pensava na conversa com Chelsea mais cedo. Será que ele havia se preocupado comigo ou pelo menos sentido a falta da otária aqui olhando pra ele? Eu acho que não deve nem ter dado falta, já que ele deve estar altamente entretido com a saliva da outra lá. Idiota, idiota, idiota! Na verdade, a idiota sou eu. Por que isso só acontece com você, Demetria?
Meus pensamentos em relação àquele ser se foram quando eu senti dois braços formarem uma barreira ao meu redor.
-Bú! – Timmy falou próximo ao meu ouvido. Cruzei meus braços, me virando pra ele.
-HÁ HÁ. Muito engraçado. – zombei enquanto lançava um olhar sério a ele. Me virei na direção do parapeito novamente.
-Seja mais divertida, Demi. – ele distribuiu algumas mordidas leves na região entre a parte de trás da minha orelha e meu pescoço. Afastei minha cabeça, tentando me defender das mordidas enquanto eu tentava me manter séria.
-Divertida, você quer dizer, palhaça.
-É. – me virei rapidamente, incrédula. Eu já era palhaça sem querer ser, será que ele não tinha notado? Eu sou uma completa palhaça desde que eu resolvi ‘ter um tombo’ por uma pessoa que não merece nem respirar. Notei que ele mantinha um sorriso brincalhão. Rolei os olhos, tentando sair da ‘barreira’ que ele havia feito. Ao notar o que eu tentava fazer, Tim colou nossos corpos mais ainda. Recuei a parte superior do meu corpo, que era a única que podia se mexer. Ele me lançou um olhar confuso, se afastando um pouco de mim.
-Vá procurar alguém que seja mais “divertida”. – falei antes de seguir o caminho, aprendido recentemente, para casa.

-Merda de chuva, merda de dia, merda de tudo! – resmungava enquanto entrava em casa, ensopada.
-Demetria do céu, por que não levou guarda-chuva?
-Porque eu esqueci, Sol.
-Vai trocar de roupa logo então, menina.
-Eu vou. Meu pai já chegou em casa?
-Não, ainda não.
-Ok. – subi para o meu quarto, trocando de roupa e me deitando para assistir a qualquer programa que estivesse passando.

-Demetria Lovato! – Ann entrou no meu quarto, como sempre sem pedir licença.
-Eu. – respondi sem olhá-la.
-O que aconteceu?
-Nada.
-Claro. Eu fantasiei que você saiu da casa dele sem dar tchau pra ninguém.
-Eu só me estressei. Eu não ‘tava pra ficar de beijinhos, abracinhos e “mimizinhos”.
-Não podia ter gentilmente se afastado dele e conversado com ele?
-Eu ‘tava com a cabeça quente, como você queria que eu pensasse nisso?
-E como você queria que o Timmy entendesse que você não queria nada com ele hoje?
-Você escutou o que eu falei antes?
-Escutei.
-Então pronto.
-Então pronto nada, Demi. Você tem que se esclarecer com ele.
-Por quê?
-Porque ele ficou desanimado depois, é uma boa resposta.
-Amanhã ele ‘tá com outra. Todos os homens são assim, não é?
-Não até que você os mude.
-‘Tá falando isso pra pessoa errada. Se eu não tenho potencial pra prender ninguém, imagina para mudar alguém.
-Pára com isso! Se você quiser, eu te ajudo.
-Esqueceu que eu não tenho seus longos, lisos e brilhantes cabelos loiros, nem seu corpo?
-Primeiro, desse jeito você me ofende. Segundo, você é gata e ponto final.
-Não foi a intenção, desculpe.
-Tudo bem. Bom, mudando um pouco de assunto, eu vim te avisar que amanhã vai ter uma social na casa de uma menina e ela ‘tá chamando todo mundo. Vamos, né?
-Erm... e o Timmy?
-Vai deixar de ir à festa por causa de homem? Sem contar que vai que vocês não fazem as pazes lá. – engraçado como ela sempre via um jeito de resolver as coisas.
-Ok, eu vou. Mas só se você não o mandar vir aqui me buscar.
-Claro, se eu o mandar, é capaz dele só sair de manhã daqui. – Anne soltou uma gargalhada. Dei um leve tapa no braço dela.
-Você não presta.
-Eu nunca disse que prestava. – nós duas rimos.
-Posso fazer uma pergunta?
-Precisa perguntar?
-Ok. Mas não comente isso com ninguém, nem tire conclusões.
-Tá, tá.
-O Timmy ficou tão estranho assim?
-Ficou. Ele voltou, sentou na poltrona e jogou a cabeça pra trás, depois suspirou e passou as mãos pelo rosto. Então eu percebi que tinha alguma coisa errada, porque ele nunca fica assim. E enquanto o pessoal assistia ao filme, ele ficava com o olhar perdido na tela e com a mão no queixo. Me assustou a ponto de me fazer achar que você tivesse batido nele. Mas depois eu perguntei a sós o que tinha acontecido direito e ele me disse que tinha feito uma brincadeira que te deixou estressada. Porém, o menino não faz a mínima idéia do que ele fez.
-Merda. – olhei para o chão. – Eu só ‘tava com, como sempre, coisa demais na cabeça.
-Seria demais pedir pra você me explicar?
-Não, acho que não.
-Então conte.
-Bom, a irmã do idiota me ligou hoje de manhã e começou a falar da vida de todo mundo lá, menos da dele, o que me fez acreditar que ela só não tinha o mencionado pra não me afetar. E justamente quando eu tava pensando no quão idiota eu era e em como o idiota deveria estar se divertindo à minha custa, o Tim apareceu. Mas acontece que na brincadeira ele pedia pra eu ser um pouco mais divertida, então eu fiquei estressada, porque eu já sirvo de diversão pros outros mesmo sem querer. O grande problema foi que ele tentou me beijar depois e eu me afastei, porque eu ‘tava estressada demais pra querer, entende? – suspirei alto.
-Entendo. Eu só acho que você deveria se desculpar com ele, porque o coitado não teve nada a ver com a história. E pare de se preocupar tanto com a vida do idiota, ele não merece.
-Eu sei, mas é inevitável.
-Claro, você ainda não esqueceu, por isso é inevitável. Mas com o tempo você vai pouco se lixar. Você não deve fingir que ‘tá tudo beleza agora, porque isso é muito recente ainda. E muito menos fugir disso, evitar conversar sobre isso, porque uma hora, como eu já falei milhões de vezes, você vai voltar pra sua outra casa. – eu torci a boca e assenti com a cabeça, encarando a parede por alguns segundos.
-Convença o Timmy a ir amanhã, ok?
-Pode deixar, chefia. Algum plano?
-Não exatamente.
-Amanhã eu vou saber do mesmo jeito. – Ann deu de ombros.
-Como todo mundo.
-Todo mundo?
-Não todo mundo, mas os que sabem da história.
-Creio que ele deve ter contado para o Came e o Nick. E a Martha, bem, eu contei pra ela, desculpe.
-Tudo bem.
-E como ‘tá sua relação com o Nick?
-Vai bem, ele só ‘tá meio estranho esses dias. Mas ele é assim mesmo.
-Deve ser bom ter um namorado.
-Nem tanto. Às vezes enche o saco. – ela soltou uma risada baixa.
-Você parece nunca se encher.
-O Nick é... diferente. – Ann comentou com um sorriso bobo. Fiz um som de “awn”, fazendo-a ficar envergonhada. -Falando de paixonites, a Martha e o Came tão quase namorando pelo que ela me conta e pelo que eu vejo.
-Sério? Que bom para eles!
-E sempre vai ter o encalhado do grupo, o Timmy.
-Ah, não seja má!
-Não estou sendo. Não digo que ele não tenha jeito pra namorar, nem pegar. Mas ele sempre sobra.
-Que nem eu.- nós rimos. –Mas um dia ele arranja alguém.
-Se já não arranjou. – Ann disse, me olhando fixamente nos olhos.
-Você não acha que...? Não, por Deus, não!
-Não digo que ele esteja te amando, nem querendo casar e ter 39 filhos com você. Mas já pensou na possibilidade dele querer um namoro?
-Nunca pensei, mas isso eu posso te dizer com certeza, não rola. – exclamei. – Além de eu não estar tão interessada assim, tem a questão da distância.
-De repente você que está complicando as coisas. Afinal, são apenas 50 minutos daqui.
-50 minutos e uma vida diferente.
-Demi, você quem sabe, eu só ‘tô dizendo o que eu acho. Mas quem vai ou não ficar com ele, é você. – senti meu celular vibrar. A tela dizia que eu havia recebido 4 mensagens ao mesmo tempo.
-Só um segundo, Ann. – murmurei enquanto as abria. “Pirrá, você não sabe quanta falta faz. Sel” – a primeira dizia. “Falta para TODO mundo. My.” – a segunda, por sua vez, dizia. “Até para os meninos ingratos que convivem com a gente. Dani.” – eu ri lendo a segunda e deduzindo que seria da Daniella antes mesmo de ler seu nome ao final. “Volte logo ou entre na bosta do pc, mas não nos deixe sem notícias suas e dos gatinhos, minha felina. Te amamos. Jonas fêmea.”- eu ri exageradamente alto, fazendo Anne roubar o celular da minha mão e se divertir lendo as mensagens.
-É, você faz falta para todo mundo. E como suas amigas disseram, até para os meninos. Isso responde suas perguntas, não?
-Não. Elas podem estar falando somente do Nicholas, do Liam e do Kevin.
-Verdade, quem vai saber. Mas voltando ao assunto...
Não sei quanto tempo passamos conversando, mas sei que quando ela saiu da casa, já era bem tarde, o que me fez agradecer mentalmente aos seguranças da vila por existirem. Também não demorei muito a pegar no sono, já que o dia tinha sido bem emocionalmente cansativo, como diria Dani.

Continua...

10 coment's para o proximo

10 comentários:

  1. Vitória Espezim3 de junho de 2012 03:51

    OWN AMEEEEEEEEEEEEEEEEEEI TIPO PFTO POSTA LOGO!

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  2. AI ELA TEM QUE FICAR COM O TIMMY! MUITA PERFEEITA! POSTA LOGO

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  3. cap perfeito

    tadinho do timmy, to com mais raiva do joe...ate sem ele fazer nada estraga a vida da demi...

    bjo bjo e posta logo

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  4. Perfect posta logo por favor, beijos

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  5. SOCORRO POSTA LOGO CARENCIA EM PESSOA KKKKKKKKKKKKKK! PFTO

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  6. AAAAHHH!!!! POSTA, POSTA, POSTA!!

    Quero muito saber o que vai acontecer, tô amando essa história!
    Não sei se eu quero que ela fique com o Joe ou com o Timmy. hahahaha

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