segunda-feira, 8 de julho de 2013

UHSM- Capitulo 1 - parte 6

Ela desceu assim que ouviu o som do programa today, que lhe chegava pelo tubo do aquecimento, vindo da televisão da Sra. Weaver no andar de baixo. A Sra. Weaver disse que ficaria feliz em tomar conta do Tim durante algumas horas, e Tim ficou feliz em ir. Ele gosta da Sra. Weaver, que o mimava descaradamente. Ela chegava a deixar escondido pequenos brinquedos embrulhados, para que ele descobrisse quando a visitasse.
- Tim, vá olhar na gaveta de talheres  e veja se acha alguma coisa. – disse Sra. Weaver quando Demi o levou para baixo. Tim voltou com um grande sorriso no rosto, balançando um frasco plástico cujo liquido servia para fazer bolhas de sabão.
Mesmo assim, quando a prota da Sra. Weaver se fechou, Demi já estava começando a pensar duas vezes na decisão de procurar o Dr. Golding. Continuo angustiada com o problema do Tim durante todo o trajeto até a estação de de BART, o trem subaquático que faz viagem de oito minutos de Oakland a São Francisco. Já esta no trem, assim que ele entrou no túnel, Demi experimentou a sensação aterrorizante de estar totalmente sozinha, seus problemas parecendo tão esmagadores quanto as toneladas de água e terra acima do túnel.
Mais um dia perdido por qualquer motivo e ela estaria desempregada. O que faria, então? O que Tim faria? Começou a tremer. E se não conseguisse outro trabalho? Perderia o apartamento. Ela e Tim ficariam sem teto. Teria de voltar para a casa dos pais. Demi não sabia exatamente por que tal possibilidade lhe trazia um desapontamento tão amargo. Só sabia que, sempre que pensava a respeito, sentia-se como se alguém muito precioso tivesse morrido.
Sentiu um aperto na garganta. Tentou se acalmar, se distrair, mas a carga continua de autoacusações  e medo surtiu efeito.

Demi chorou o tempo todo dentro do túnel, cobrindo o rosto com as mãos para abafar os suspiro. Mesmo sabendo que as pessoas deviam estar de olhando, ainda se debulhando em lagrimas quando a composição chegou guinchando a estação Union Square, e continuou chorando ao desembarcar e subir até a calçada, e morro acima até o consultório do Dr. Golding.

UHSM- Capitulo 1- parte 5

Pouco importava. Teria de ligar de novo dizendo que precisava levar Tim ao medico. E o Sr. Brinnon voltaria a ameaça-la de demissão, como fizera da ultima vez em  que ela telefonara avisando que não poderia ir trabalhar porque  Tim estava gripado. 
Na ocasião, o homem prometeu “aliviar o assunto” se Demi almoçasse com ele para “conversar a respeito”.
Demi imaginou como seria desagradável um almoço com o Sr. Brinnon, e nem quis pensar em como seria fazer qualquer outra coisa com o Sr. Brinnon tivesse em mente. O simples fato de sentir aquelas mãos úmidas em seus braços quando ele se inclinava para verificar seu trabalho bastava para fazê-la estremecer de repugnância.
Enquanto preparava um pouco de sopa de massinha com frango para o desjejum de Tim, Demi tentou não pensar no fato de que o Sr. Brinnon tinhs prometido demiti-la se ela “não controlasse o problema das ausências.” Não haveria problema de ausências, recordou ela com um rompante de raiva, se a prometida licença médicas e as férias que deveria fazer parte do novo emprego tivessem se materializado. Mas, em vez disso, fora colocada numa espécie  de limbo empregatício, que o banco chamava de “grupo de trabalho temporário”. Ao teria permissão de sair depois que conseguisse convencê-los de que não tinham cometido um erro em contrata-la.
Demi trouxe a refeição de Tim. Ele estava no sofá,  numa manta e apoiado em almofada como um reizinho, assistindo a um desenho animado. Suas bochechas redondas estavam um tanto avermelhadas nessa manhã, e seus olhinhos azuis brilhavam pós trás dos óculos.
- Aqui esta, amigão – disse ela, ajeitando a bandeja sobre o colo do menino.
Pôs as mãos em sua testa. Estava mais fria. O Tylenol fizera efeito. Mesmo assim, ele precisaria ir ao medico para que fosse receitado um antibiótico diferente. E para marcar a cirurgia. Ela telefonaria para os pais depois de jantar e pediria o dinheiro. Repeliu o pavor que esse pensamento lhe causou, alisou o cabelo de Tim e sentou-se na beira da cama enquanto ele tomava a sopa.
Por fim, pegou o telefone e ligou para o Sr. Brinnon. Ele fez um silencio de mau agouro  quando ela mencionara cirurgia  e falou que precisaria tirar o dia de folga para levar Tim ao medico. Então, seus piores temores foram confirmados.
- A senhora esta avisada, Sr. Lovato – disse ele naquela rosnado baixo em que transformava  sua voz em tais ocasiões. – Caso se ausente do trabalho  por qualquer período nos próximos três meses, por qualquer motivo, não se incomode de voltar. – E desligou na cara dela.

Demi sentiu-se na borda de um precipício. Subitamente, tudo parecia complicado demais. Era como se estivesse sendo puxada de um lado por Tim e do outro pelas coisas de que precisava para sustenta-lo.  E por seus pais, que a perturbavam por telefone para que volta-se para casa; até mesmo por Selena, que supostamente era sua amiga. Percebeu que estava perdendo a parada. Foi então que decidiu manter a consulta com o Dr. Golding.


quinta-feira, 4 de julho de 2013

VOLTEI...- MARATONA

Peço desculpas pela demora nas atualizações...
Estava em semana de prova e estava muito dificil..
Como eu nao tenho o livro no computador não tive tempo para digitar...
Mas agora fechei i semestre o/// - passei em todas- uhuullll ~  ignorem.. kkkkkkk
E vou postar com mais frequencia...
No sábado faço maratona....
;)

domingo, 23 de junho de 2013

Novas seguidoras....

Seja bem vindas as novas seguidoras.
E aproveito pra esclarecer as coisas. Estou em prova final na faculdade, como muitas sabem estou no 6º aemestre e  não é facil e preciso de tempo pra dedica aos estudos. Essa semana e semana que vem ai acabam. Então estarei postando com menos frequência, espero que entendam.

Desde já agradeço.
XD
Bjs Fofolet's...

quinta-feira, 20 de junho de 2013

UHSM - Capitulo 1 parte 4


 Demi experimentou uma sensação estranha ao sair do consultório do Dr. Golding. Era no peito, logo abaixo das costelas. Colocou a mão e quase sentiu quente e brilhante.
Sua amiga Selena estava certa. O Dr. Golding era espantoso. Ela mal poderia acreditar que tinha sido apenas uma hora. Bom, um pouco mais. Sentia-se um tanto egoísta por ter tomado tanto tempo do doutor, e um pouco mais que egoísta por deixar que Selena pagasse- o que a fez recordar que o doutor não tinha falado em dinheiro. Selena devia ter mandado um cheque, mas precisaria perguntar. Ela nunca tinha ido a um psicólogo antes e não imaginaria como essas coisas eram tratadas. A simples ideia lhe era estranha. De algum modo, o Dr. Golding parecia mais um amigo gentil do que alguém que estava recebendo mil dólares para ajeitar a sua vida.
Tirou os mil dólares da cabeça e de novo saboreou a sensação de calor no fundo do peito: o conforto dado pelo Dr. Golding. Tinha sentado naquele sofá branco, com almofadas brancas nas costars, arte abstrata em todas as paredes. Contara tudo ao Dr. Golding - que tinha vindo com Will, de Dawson, na Geórgia, para estudar arte, mas teve de abandonar a escola e trabalhar em tempo integral quando ficou grávida e os dois separaram; falou do desapontamento que causara aos pais e sobre o seu trabalho pavoroso; sobre o sofrimento de Tim, o filho de quatro anos, crescendo sem pai. Falou sobre o assédio do chefe e até mesmo sobre a irritação diária que era morar em cima do Sr. Jacobsen. O Dr. Golding não era o que ela havia esperado, de jeito algum, sentado a centímetros de seus joelhos, usando roupas simples, apenas ouvindo enquanto ela chorava e falava. Mas tinha olhos gentis, claros, de um verde honesto, cujos cantos se franziam de preocupação quando a ouviu.

E pensar que ela quase havia cancelado a consulta! Ouvira toda a conversa fiada de Selena sobra o recondicionamento em 21 dias do doutor, fizera um arranjo para mudar a hora do almoço, a fim de frequentar as sessões sem faltar o trabalho, mas, ainda assim, duvidara o tempo todo de que isso lhe faria algum bem. Quase cancelaram na noite anterior, enquanto esfregava a banheira com alvejante, tendo Tim pendurado nas costas. “Não preciso de um psicólogo”, murmurou pra si mesmo, enquanto esfregava as manchas de ferrugem e apertava a torneira ao maximo para que parasse de pingar. Precisava de alguém pra consertar as coisas. Um pau-pra-toda-obra. 

Até mesmo naquela manha, quando a vida, como acontecia normalmente, apresentou objeções a tudo que ela queria fazer, Demi quase desistiu de comparecer à consulta com o Dr. Golding. Tinha despertado de um sono profundo por volta das 4:00h da madrugada e encontrou Tim de pé em cima dela. O menino estava fungando, tinha chorado. Tivera outra dor de ouvido e inflamação na garganta. Ela lhe deu um poço de Tylenol infantil e o enrolou numa manta de lã; os dois adormeceram no sofá da sala de estar, porque os ouvidos de Tim melhoravam quando ele estava sentado. O pediatra da clinica comunitária dissera no mês anterior que Tim precisava se submeter a uma cirurgia para equalizar a pressão dos ouvidos. Só essa providencia impediria que infeccionasse com tanta frequência. Dissera também que ele precisava operar as amígdalas. Demi tinha ficado quieta. Não possui seguro-saúde. O doutor sugerira então uma ultima estratégia: receitaria uma dosagem fraca de antibiótico. Aparentemente, porem, nãotinha dado certo.
Da poltrona da sua sala de estar, Demi não ouviu o radio relógio junto a cama despertar as 6:00h; eram quase 7:30h quando acordou. Nessa hora deveria estar no ônibus, a meio caminho da Bay Bridge, onde desceria diante das colunas de mármores do banco Northern California para estar sentada a sua minúscula mesa quando o chefe, o Sr. Brinnon, fizesse a ronda.





sábado, 15 de junho de 2013

Divulgação

Jemi- mini fics
Jemi- Don't live a lie

UHSM -Capitulo 1- parte 3

Em vez disso, ouviu-se dizendo outra coisa.
- É a nova moda, o dia “informal”- respondeu, após um rápido momento de hesitação.
Em seguida, percebeu que tinha acabado de perder a chance de colocar as coisas em pratos limpos.
- Eu achava que o dia informal era sexta-feira.
Como não conseguiu pensar numa resposta, Joe deu de ombros e colocou outra mentira em cima da que havia acabado de contar:
- Ei tinha de fazer alguns serviços no consultório- disse, sentindo o rosto esquentar.
Demi assentiu distraidamente e, depois de uma pausa começou a falar de novo.




Que diabo foi aquilo? – perguntou Miley uma hora depois, quando Demi Lovato se foi. – Aquela garota passou por mim como se eu nem estivesse aqui.
- Ela estava pertubada- defende-a Joe- Estava com muitas coisas na cabeça.
- E quem é você? Madre Teresa? O que você fez? Ouviu a historia inteira?
- Boa parte.
Miley se levantou e junto suas coisas. Virou-se e franziu a testa quando  viu que ele não vinha atrás.
- O que você esta fazendo?
Joe estava abrindo cada uma das gavetas da mesa da secretaria. Não encontrou qualquer agenda. Ligou o computador.
- O que você esta fazendo? – repetiu Miley
- Procurando o endereço ou o numero de telefone de Demi Lovato.
- Pra quê? – Miley levantou uma das sobrancelhas.
- Preciso ligar pra ela.
- Porquê?
- Pra resolver uma coisa. – Joe franziu a testa. O computador de Golding não era parecido com o seu.Mexeu nele durante um minuto e tentou ignorar Miley, cujas perguntas estavas ficando incisivas.
- Resolver o quê?- a voz de Miley assumia um tom agudo.
Quando Joe levantou os olhos, viu que o rosto branco da mulher já exibia uma expressão de tempestade. Ele deu um suspiro exagerado.
- Acho que houve um pequeno mal-entendido. Ela pensa que  eu sou  Golding.
- Você não disse que o doutor não estava?- A voz de Miley permanecia perigosamente calma.
- Vou fazer isso. –disse Joe, mantendo os olhos fixos no computador.
- E se não achar o numero dela?
Joe deu de ombros.
- Na pior das hipóteses, vou ter de encontra-la aqui na próxima consulta, na terça-feira, e contar. Mas não vai ser preciso. Tem de estar aqui, em algum lugar.

Joe pensou no obvio e foi até o catalogo telefônico, mas não havia Demi Lovato ou Demetria Lovato na área baía. Antes de desistirem, ele e Miley examinaram cada centímetro quadrado do consultório de Golding sem encontrar um único vestígio de informação sobre a mulher. Era como se o doutor nem mesmo soubesse que ela existia. Com o ultimo pensamento antes de saírem, Joe  pegou o livro de Golding, O recondicionamento em 21 dias,  na prateleira atrás da mesa.


- Nada disso teria acontecido se eu tivesse tido uma chance de falar com ela antes de você. – Miley estava ao lado dele, sentada no banco do carona de sua picape Ford.
E ela estava certa, percebeu Joe, enquanto tomava a autoestrada 101 para Petaluma. Ficou um pouco tremulo quando pensou na teia de mentiras que havia tramado. Mas, apesar da encrenca  em que se metera, precisava admitir que se sentia um pouco feliz por Miley não ter conseguido falar primeiro com a Demi Lovato.
- Ela esta pensando que você é o doutor. – disse Miley
- Eu sei. – Joe podia sentir a tensão travando suas palavras.
- Ela não achou estranho o modo como você esta vestido?
- Eu disse que era um dia informal.
Após um silencio de alguns segundos, Miley deu uma risada alta, espalhafatosa.
- Deus tenha misericórdia... Ah, ah, ah! Por que você não disse simplesmente a verdade?
Joe deu de ombros e se deu conta de que a desculpa era esfarrapada.
- Não sei. Não consegui. Ela estava tão... sofrida. Parecia que eu era a sua ultima esperança.
- Bom, sem dúvida ela vai descobrir a verdade quando Golding voltar, daqui a três semanas.
- Até la ela já vai ter acabado.
- Ah! Isso mesmo- disse Miley, com uma entonação de sarcasmo. – Eu esqueci, ela foi fazer um recondicionamento de 21 dias. – Milei já não parecia mais achar o caso divertido. – Ela vai ficar ainda mais sofrida quando descobrir que você não é psicólogo. Essa garota pode ter problemas sérios. Não me diga que esta pensando em levar isso adiante por três semanas...
Joe continuou olhando para frente. Quando Miley ficava assim, era melhor ignora-la. O carro entrou no estacionamento da Construtora Jonas-Cyrus e parou.
Miley permaneceu sentada, sem sair.
- Diga que não vai fazer isso.
Ele virou e a encarou,dizendo:
- Claro que não.

sexta-feira, 14 de junho de 2013

UHSM- capitulo 1-parte 2

Ela caminhou até o pequeno sofá do Dr. Golding. Joe percebeu que a jovem esperava um convite para sentar.
- Por favor. – Ele fez um gesto em direção ao sofá.
Ela agradeceu numa vozinha educada e tensa. Preparava-se para dizer alguma coisa. Joe viu a rigidez do rosto da jovem desfazer-se num esgar; ela começou a chorar de novo.
- Não posso mais fazer isso – desabafou, debulhada em lagrimas.
Miley estava fazendo gestos e movimentos com a boca que Joe não conseguia decifrar. Ele próprio fez sinal, indicando que Miley deveria entrar e falar com a mulher que chorava, mas ela voltou para a sala de espera, deixando-o sozinho. Joe sentiu-se um idiota ali parado, por isso pegou uma cadeira no canto e a arrastou até o sofá. Colocou-se de frente para a mulher, mas não pôde encará-la, porque agora o rosto dela estava sobre os joelhos. Os braços também abraçavam as pernas; seus ombros se agitavam com a força dos soluços intensos, descontrolados. A se acalmasse.
Temendo tocar a garota, Joe simplesmente apoiou os cotovelos nos joelhos, inclinou-se para frente e esperou que ela se acalmasse. A comoção do momento o contagiou. Começou a se perguntar qual seria o fardo que alguém tão jovem e bonita  estaria carregando para se ver num estado de angustia como aquele.
Finalmente, depois do que pareceu ser uma eternidade, os soluços diminuíram. Demi Lovato ergueu o rosto, enxugou os olhos e assou o nariz com o lenço de papel que tirei do bolso.
- Desculpe- disse
Seu nariz estava vermelho como se ela estivesse com um resfriado forte.
- Não precisa se desculpar.
Joe examinou os sapatos da mulher. Seus pés pequenos portavam mocassins, um tanto gastos nos calcanhares mas cuidadosamente engraxados, com uma  moeda nova e brilhante em cada um deles.
Ela se empertigou e ele também, mas nenhum dos dois disse nada. Joe decidiu que, depois de toda aquela emoção, Demi Lovato deveria ser a primeira a falar,
Ela a principio hesitou, mas sua fala foi ganhando desenvoltura e força enquanto prosseguia. Joe se recostou na cadeira. Não parecia ser a hora certa para corrigir o engano obvio de Demi Lovato, que o tomara como pelo Dr. Golding, mas,  à medida que ela ganhava confiança, Joe começava a se sentir muito desconfortável. Nos momentos em que ela fazia pausa, ele abria a boca para tentar revelar sua verdadeira identidade, mas titubeava para encontrar as palavras apropriadas e, a cada vez, antes que pudesse se obrigar a dizê-las, Demi recomeçava a falar ou a derramar outro rio de lagrimas.
Joe concluiu que Demi possuía o que a sua mãe chamaria de rosto doce. Assim que ela acalmasse um pouco, ele poderia admira-la em seu estado virgem- o que era uma figura de expressão, uma vez que a jovem tinha um filho.  Não tinha marido, só um filho. Ela lhe disse, em meio a um monte de outros fatos e revelações que desfiava rápido demais para que ele os catalogasse ou questionasse. Enquanto ouvia a torrente de informação, ele ficou imaginando quanto tempo faria desde que alguém dava ouvidos a ela.
A certa altura ela parou de falar e olhou para os pés dele.
- Porque o senhor usa botas com biqueira de aço? – perguntou num tom simples, estampando um olhar confiante que Joe apostava ser a causa de pelo menos algum dos seus problemas. Ocorreu lhe, então, que ela estava confiando nele. Percebeu que agora seria uma boa hora para dizer que era Joe Jonas, e não o Dr. Jason Golding. 
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E ai o que acham que vai acontecer.... 

         Ele conta ou não?

saushau 

Como prometido, para quem tava On eu postei um pedacinho... Se tiver coment's até mais tarde as 19h posto de novo...

COMENTÁRIOS DOS  CAPÍTULOS ANTERIORES RESPONDIDOS.... ;)

Esta On me de um OIE que eu posto na hora.... XD

Meninas o que acharam do novo banner da fic?
XD
Briguei MUITO com o photoscape e acho que saiu ACEITAVEL.....
Me digam se gostaram...
E se tiver  gento ON eu posto... XD

Explicações.... HORA DA POSTAGEM.....

Irie postar na sexta feira as 19 hrs.
Se eu muda o horario aviso antes....

Essa semana estou atolada com a facul...
Segunda- seminario, terça- seminario, quarta- seminario, quinta - prova e sexta - prova...
UFFAAA.....
kkkk
To me descabelando...
Mas pode ficar tranquila...
 Que irie postar....

Desde ja agradeço a compreensao de vocês.. bejinhus....