Peço desculpas pela demora nas atualizações...
Estava em semana de prova e estava muito dificil..
Como eu nao tenho o livro no computador não tive tempo para digitar...
Mas agora fechei i semestre o/// - passei em todas- uhuullll ~ ignorem.. kkkkkkk
E vou postar com mais frequencia...
No sábado faço maratona....
;)
quinta-feira, 4 de julho de 2013
domingo, 23 de junho de 2013
Novas seguidoras....
Seja bem vindas as novas seguidoras.
Desde já agradeço.
XD
Bjs Fofolet's...
E aproveito pra esclarecer as coisas. Estou em prova final na faculdade, como muitas sabem estou no 6º aemestre e não é facil e preciso de tempo pra dedica aos estudos. Essa semana e semana que vem ai acabam. Então estarei postando com menos frequência, espero que entendam.
XD
Bjs Fofolet's...
quinta-feira, 20 de junho de 2013
UHSM - Capitulo 1 parte 4
Demi experimentou uma sensação estranha ao
sair do consultório do Dr. Golding. Era no peito, logo abaixo das costelas.
Colocou a mão e quase sentiu quente e brilhante.
Sua
amiga Selena estava certa. O Dr. Golding era espantoso. Ela mal poderia
acreditar que tinha sido apenas uma hora. Bom, um pouco mais. Sentia-se um
tanto egoísta por ter tomado tanto tempo do doutor, e um pouco mais que egoísta
por deixar que Selena pagasse- o que a fez recordar que o doutor não tinha
falado em dinheiro. Selena devia ter mandado um cheque, mas precisaria
perguntar. Ela nunca tinha ido a um psicólogo antes e não imaginaria como essas
coisas eram tratadas. A simples ideia lhe era estranha. De algum modo, o Dr.
Golding parecia mais um amigo gentil do que alguém que estava recebendo mil
dólares para ajeitar a sua vida.
Tirou
os mil dólares da cabeça e de novo saboreou a sensação de calor no fundo do
peito: o conforto dado pelo Dr. Golding. Tinha sentado naquele sofá branco, com
almofadas brancas nas costars, arte abstrata em todas as paredes. Contara tudo
ao Dr. Golding - que tinha vindo com Will, de Dawson, na Geórgia, para estudar
arte, mas teve de abandonar a escola e trabalhar em tempo integral quando ficou
grávida e os dois separaram; falou do desapontamento que causara aos pais e
sobre o seu trabalho pavoroso; sobre o sofrimento de Tim, o filho de quatro
anos, crescendo sem pai. Falou sobre o assédio do chefe e até mesmo sobre a
irritação diária que era morar em cima do Sr. Jacobsen. O Dr. Golding não era o
que ela havia esperado, de jeito algum, sentado a centímetros de seus joelhos,
usando roupas simples, apenas ouvindo enquanto ela chorava e falava. Mas tinha
olhos gentis, claros, de um verde honesto, cujos cantos se franziam de
preocupação quando a ouviu.
E
pensar que ela quase havia cancelado a consulta! Ouvira toda a conversa fiada
de Selena sobra o recondicionamento em 21 dias do doutor, fizera um arranjo
para mudar a hora do almoço, a fim de frequentar as sessões sem faltar o
trabalho, mas, ainda assim, duvidara o tempo todo de que isso lhe faria algum
bem. Quase cancelaram na noite anterior ,
enquanto esfregava a banheira com alvejante, tendo Tim pendurado nas costas. “Não
preciso de um psicólogo”, murmurou pra si mesmo, enquanto esfregava as manchas
de ferrugem e apertava a torneira ao maximo para que parasse de pingar. Precisava
de alguém pra consertar as coisas. Um pau-pra-toda-obra.
Até mesmo naquela manha, quando a vida, como acontecia normalmente, apresentou objeções a tudo que ela queria fazer, Demi quase desistiu de comparecer à consulta com o Dr. Golding. Tinha despertado de um sono profundo por volta das 4:00h da madrugada e encontrou Tim de pé em cima dela. O menino estava fungando, tinha chorado. Tivera outra dor de ouvido e inflamação na garganta. Ela lhe deu um poço de Tylenol infantil e o enrolou numa manta de lã; os dois adormeceram no sofá da sala de estar, porque os ouvidos de Tim melhoravam quando ele estava sentado. O pediatra da clinica comunitária dissera no mês anterior que Tim precisava se submeter a uma cirurgia para equalizar a pressão dos ouvidos. Só essa providencia impediria que infeccionasse com tanta frequência. Dissera também que ele precisava operar as amígdalas. Demi tinha ficado quieta. Não possui seguro-saúde. O doutor sugerira então uma ultima estratégia: receitaria uma dosagem fraca de antibiótico. Aparentemente, porem, nãotinha dado certo.
Até mesmo naquela manha, quando a vida, como acontecia normalmente, apresentou objeções a tudo que ela queria fazer, Demi quase desistiu de comparecer à consulta com o Dr. Golding. Tinha despertado de um sono profundo por volta das 4:00h da madrugada e encontrou Tim de pé em cima dela. O menino estava fungando, tinha chorado. Tivera outra dor de ouvido e inflamação na garganta. Ela lhe deu um poço de Tylenol infantil e o enrolou numa manta de lã; os dois adormeceram no sofá da sala de estar, porque os ouvidos de Tim melhoravam quando ele estava sentado. O pediatra da clinica comunitária dissera no mês anterior que Tim precisava se submeter a uma cirurgia para equalizar a pressão dos ouvidos. Só essa providencia impediria que infeccionasse com tanta frequência. Dissera também que ele precisava operar as amígdalas. Demi tinha ficado quieta. Não possui seguro-saúde. O doutor sugerira então uma ultima estratégia: receitaria uma dosagem fraca de antibiótico. Aparentemente, porem, nãotinha dado certo.
Da
poltrona da sua sala de estar, Demi não ouviu o radio relógio junto a cama
despertar as 6:00h; eram quase 7:30h quando acordou. Nessa hora deveria estar
no ônibus, a meio caminho da Bay Bridge, onde desceria diante das colunas de
mármores do banco Northern California para estar sentada a sua minúscula mesa
quando o chefe, o Sr. Brinnon, fizesse a ronda.
sábado, 15 de junho de 2013
UHSM -Capitulo 1- parte 3
Em
vez disso, ouviu-se dizendo outra coisa.
- É
a nova moda, o dia “informal”- respondeu, após um rápido momento de hesitação.
Em
seguida, percebeu que tinha acabado de perder a chance de colocar as coisas em
pratos limpos.
- Eu
achava que o dia informal era sexta-feira.
Como
não conseguiu pensar numa resposta, Joe deu de ombros e colocou outra mentira
em cima da que havia acabado de contar:
- Ei
tinha de fazer alguns serviços no consultório- disse, sentindo o rosto
esquentar.
Demi
assentiu distraidamente e, depois de uma pausa começou a falar de novo.
Que
diabo foi aquilo? – perguntou Miley uma hora depois, quando Demi Lovato se foi.
– Aquela garota passou por mim como se eu nem estivesse aqui.
-
Ela estava pertubada- defende-a Joe- Estava com muitas coisas na cabeça.
- E
quem é você? Madre Teresa? O que você fez? Ouviu a historia inteira?
-
Boa parte.
Miley
se levantou e junto suas coisas. Virou-se e franziu a testa quando viu que ele não vinha atrás.
- O
que você esta fazendo?
Joe
estava abrindo cada uma das gavetas da mesa da secretaria. Não encontrou
qualquer agenda. Ligou o computador.
- O que
você esta fazendo? – repetiu Miley
-
Procurando o endereço ou o numero de telefone de Demi Lovato.
-
Pra quê? – Miley levantou uma das sobrancelhas.
-
Preciso ligar pra ela.
-
Porquê?
-
Pra resolver uma coisa. – Joe franziu a testa. O computador de Golding não era
parecido com o seu.Mexeu nele durante um minuto e tentou ignorar Miley, cujas
perguntas estavas ficando incisivas.
-
Resolver o quê?- a voz de Miley assumia um tom agudo.
Quando
Joe levantou os olhos, viu que o rosto branco da mulher já exibia uma expressão
de tempestade. Ele deu um suspiro exagerado.
-
Acho que houve um pequeno mal-entendido. Ela pensa que eu sou
Golding.
-
Você não disse que o doutor não estava?- A voz de Miley permanecia
perigosamente calma.
-
Vou fazer isso. –disse Joe, mantendo os olhos fixos no computador.
- E
se não achar o numero dela?
Joe
deu de ombros.
- Na
pior das hipóteses, vou ter de encontra-la aqui na próxima consulta, na
terça-feira, e contar. Mas não vai ser preciso. Tem de estar aqui, em algum
lugar.
Joe
pensou no obvio e foi até o catalogo telefônico, mas não havia Demi Lovato ou
Demetria Lovato na área baía. Antes de desistirem, ele e Miley examinaram cada
centímetro quadrado do consultório de Golding sem encontrar um único vestígio
de informação sobre a mulher. Era como se o doutor nem mesmo soubesse que ela
existia. Com o ultimo pensamento antes de saírem, Joe pegou o livro de Golding, O recondicionamento em 21 dias, na prateleira atrás da mesa.
-
Nada disso teria acontecido se eu tivesse tido uma chance de falar com ela
antes de você. – Miley estava ao lado dele, sentada no banco do carona de sua
picape Ford.
E
ela estava certa, percebeu Joe,
enquanto tomava a autoestrada 101 para Petaluma. Ficou um pouco tremulo quando
pensou na teia de mentiras que havia tramado. Mas, apesar da encrenca em que se metera, precisava admitir que se
sentia um pouco feliz por Miley não ter conseguido falar primeiro com a Demi
Lovato.
-
Ela esta pensando que você é o doutor. – disse Miley
- Eu
sei. – Joe podia sentir a tensão travando suas palavras.
-
Ela não achou estranho o modo como você esta vestido?
- Eu
disse que era um dia informal.
Após
um silencio de alguns segundos, Miley deu uma risada alta, espalhafatosa.
- Deus
tenha misericórdia... Ah, ah, ah! Por que você não disse simplesmente a
verdade?
Joe
deu de ombros e se deu conta de que a desculpa era esfarrapada.
-
Não sei. Não consegui. Ela estava tão... sofrida. Parecia que eu era a sua
ultima esperança.
-
Bom, sem dúvida ela vai descobrir a verdade quando Golding voltar, daqui a três
semanas.
-
Até la ela já vai ter acabado.
-
Ah! Isso mesmo- disse Miley, com uma entonação de sarcasmo. – Eu esqueci, ela
foi fazer um recondicionamento de 21 dias. – Milei já não parecia mais achar o
caso divertido. – Ela vai ficar ainda mais sofrida quando descobrir que você
não é psicólogo. Essa garota pode ter problemas sérios. Não me diga que esta
pensando em levar isso adiante por três semanas...
Joe
continuou olhando para frente. Quando Miley ficava assim, era melhor ignora-la.
O carro entrou no estacionamento da Construtora Jonas-Cyrus e parou.
Miley
permaneceu sentada, sem sair.
- Diga que não vai fazer isso.
Ele
virou e a encarou,dizendo:
-
Claro que não.
sexta-feira, 14 de junho de 2013
UHSM- capitulo 1-parte 2
Ela
caminhou até o pequeno sofá do Dr. Golding. Joe percebeu que a jovem esperava
um convite para sentar.
-
Por favor. – Ele fez um gesto em direção ao sofá.
Ela
agradeceu numa vozinha educada e tensa. Preparava-se para dizer alguma coisa.
Joe viu a rigidez do rosto da jovem desfazer-se num esgar; ela começou a chorar
de novo.
-
Não posso mais fazer isso – desabafou, debulhada em lagrimas.
Miley
estava fazendo gestos e movimentos com a boca que Joe não conseguia decifrar.
Ele próprio fez sinal, indicando que Miley deveria entrar e falar com a mulher
que chorava, mas ela voltou para a sala de espera, deixando-o sozinho. Joe
sentiu-se um idiota ali parado, por isso pegou uma cadeira no canto e a
arrastou até o sofá. Colocou-se de frente para a mulher, mas não pôde encará-la,
porque agora o rosto dela estava sobre os joelhos. Os braços também abraçavam
as pernas; seus ombros se agitavam com a força dos soluços intensos,
descontrolados. A se acalmasse.
Temendo
tocar a garota, Joe simplesmente apoiou os cotovelos nos joelhos, inclinou-se
para frente e esperou que ela se acalmasse. A comoção do momento o contagiou. Começou
a se perguntar qual seria o fardo que alguém tão jovem e bonita estaria carregando para se ver num estado de
angustia como aquele.
Finalmente,
depois do que pareceu ser uma eternidade, os soluços diminuíram. Demi Lovato
ergueu o rosto, enxugou os olhos e assou o nariz com o lenço de papel que tirei
do bolso.
-
Desculpe- disse
Seu nariz
estava vermelho como se ela estivesse com um resfriado forte.
- Não
precisa se desculpar.
Joe
examinou os sapatos da mulher. Seus pés pequenos portavam mocassins, um tanto
gastos nos calcanhares mas cuidadosamente engraxados, com uma moeda nova e brilhante em cada um deles.
Ela
se empertigou e ele também, mas nenhum dos dois disse nada. Joe decidiu que,
depois de toda aquela emoção, Demi Lovato deveria ser a primeira a falar,
Ela
a principio hesitou, mas sua fala foi ganhando desenvoltura e força enquanto
prosseguia. Joe se recostou na cadeira. Não parecia ser a hora certa para
corrigir o engano obvio de Demi Lovato, que o tomara como pelo Dr. Golding,
mas, à medida que ela ganhava confiança,
Joe começava a se sentir muito desconfortável. Nos momentos em que ela fazia
pausa, ele abria a boca para tentar revelar sua verdadeira identidade, mas
titubeava para encontrar as palavras apropriadas e, a cada vez, antes que
pudesse se obrigar a dizê-las, Demi recomeçava a falar ou a derramar outro rio
de lagrimas.
Joe
concluiu que Demi possuía o que a sua mãe chamaria de rosto doce. Assim que ela
acalmasse um pouco, ele poderia admira-la em seu estado virgem- o que era uma
figura de expressão, uma vez que a jovem tinha um filho. Não tinha marido, só um filho. Ela lhe disse,
em meio a um monte de outros fatos e revelações que desfiava rápido demais para
que ele os catalogasse ou questionasse. Enquanto ouvia a torrente de
informação, ele ficou imaginando quanto tempo faria desde que alguém dava
ouvidos a ela.
A certa
altura ela parou de falar e olhou para os pés dele.
-
Porque o senhor usa botas com biqueira de aço? – perguntou num tom simples,
estampando um olhar confiante que Joe apostava ser a causa de pelo menos algum
dos seus problemas. Ocorreu lhe, então, que ela estava confiando nele. Percebeu que agora seria uma boa
hora para dizer que era Joe Jonas, e não o Dr. Jason Golding.
_________________________________________________
E ai o que acham que vai acontecer....
Ele conta ou não?
saushau
Como prometido, para quem tava On eu postei um pedacinho... Se tiver coment's até mais tarde as 19h posto de novo...
COMENTÁRIOS DOS CAPÍTULOS ANTERIORES RESPONDIDOS.... ;)
Esta On me de um OIE que eu posto na hora.... XD
Meninas o que acharam do novo banner da fic?
XD
Briguei MUITO com o photoscape e acho que saiu ACEITAVEL.....
Me digam se gostaram...
E se tiver gento ON eu posto... XD
Explicações.... HORA DA POSTAGEM.....
Irie postar na sexta feira as 19 hrs.
Se eu muda o horario aviso antes....
Essa semana estou atolada com a facul...
Segunda- seminario, terça- seminario, quarta- seminario, quinta - prova e sexta - prova...
UFFAAA.....
kkkk
To me descabelando...
Mas pode ficar tranquila...
Que irie postar....
Desde ja agradeço a compreensao de vocês.. bejinhus....
Se eu muda o horario aviso antes....
Essa semana estou atolada com a facul...
Segunda- seminario, terça- seminario, quarta- seminario, quinta - prova e sexta - prova...
UFFAAA.....
kkkk
To me descabelando...
Mas pode ficar tranquila...
Que irie postar....
Desde ja agradeço a compreensao de vocês.. bejinhus....
sábado, 8 de junho de 2013
UHSM- Capitulo 1- Parte 1
Capitulo 1
____________________________________________________
Terça-
feira, 21 de abril
Miley
Cyrus estava curvada sobre as plantas-baixas que vinha esboçando para reforma
do consultório do Dr. Jason Golding. Olhou direto para a mesa da secretaria de
Golding e perguntou ao seu sócio, Joseph Jonas:
- Só
me diga uma coisa: que diabo um psicólogo vai fazer com uma banheira desse
amanho no meio do consultório?
- O
nosso serviço não é perguntar – respondeu Joe, dando de ombros e se dirigindo
para a sala interna a fim de terminar de tomar as medidas. – Talvez ele goste
de conceito palaciano – gritou por cima do ombro.
-
Ah... – Miley comentou ironicamente.
Joe também
achava estranho. Mas como o seu cliente Bob Metzger dissera, aquele sujeito
vivia inventando maneiras novas de arrancar dinheiro das pessoas. A última era
um tipo de terapia onde você entrava na banheira quente e fingia que estava
nascendo de novo. Joe balançou a cabeça, incrédulo ante a ideia de que havia
pessoas que pagavam por uma coisa assim.
Voltou
a trabalhar medindo a sala que já não existiria ao fim de cerca de uma semana,
quando o plano do doutor estivesse implementado. O fato era que Joe não se
importava com o Dr. Golding faria com a sua banheira de hidromassagem. Na
verdade, ele nem mesmo queria o serviço. Estava tentando a elevar o orçamento, o
suficiente para que não fosse aceito. Petaluma ficava longe de São Francisco-
uns bons trinta minutos. Ele só faria o orçamento porque Bob Metzger, um bom
cliente, lhe pedira.
A trena
de aço de sete metros enrolou-se com um estalo; Joe se curvou para anotar a
ultima medida num caderno de espiral. A porta do consultório se abriu. Ele
ergueu os olhos, pensando ser Miely, mas foi outra mulher que passou pela
porta. Uma mulher baixa, cujo olhar denunciava que andara chorando muito, e
recentemente. Seu rosto estava manchado – pequenos vergões rubros que desciam
até o pescoço e o peito. E o nariz estava muito vermelho.
Joe
largou a trena sobre a cadeira atrás da mesa do doutor, ao lado de seu boné
azul da Construtora Jonas- Cyrus. Miley estava atrás da mulher, junto à porta,
com os braços cruzados sobre o peito, a fisionomia exibindo um misto de humor e
suspeita.
Depois
de um ou dois segundos, a mulher, que ainda chorava, falou hesitante:
-
Sou Demi Lovato. Estou aqui para o recondicionamento de 21 dias.
__________________________________________________
__________________________________________________
Amanha vou postar mais...
Comentem...
O QUE ACHAM QUE VAI ACONTECER AGORA?
XD
Personagens- Um Homem sob medida
Joe Jonas- Um homem simples, empreiteiro. Ao se deparar com uma cena, acaba omitindo sua vida para ajudar a uma pessoa.
Demi Lovato - Um mulher simples, aparentemente com muitos problemas que aceita a ajuda da amiga para tentar resolver em partes seus medos e suas angustias. Mãe solteira do pequeno Tim.
Tim: Filho de Demi Lovato.
Miley Cyrus- Amiga e sócia de Joseph jonas.
Selena Gomez: Amiga da Demi Lovato
______________________________________
Quando os personagens que de para encaixar forem surgindo eu vou colocando fotos já os outros deixo para a imaginação de vocês... ;)
Assinar:
Postagens (Atom)




